Vereador defende que Escolas do município sirvam produtos orgânicos na Merenda dos alunos

Flávio Ulsenheimer/ Assessoria Camara Municipal

Vereador defende que Escolas do município sirvam produtos orgânicos na Merenda dos alunos

Paulo Porto (PCdoB) Busca a criação política pública em Cascavel que determine a oferta de produtos orgânicos na merenda escolar. Experiências nesse sentido mostram impactos positivos na educação, na agricultura e na economia. Esse foi o tema do discurso do vereador na Tribuna, durante sessão desta segunda-feira (11).

Porto participou, na semana passada, do XI Congresso de Agroecologia Brasileiro no Sergipe, com mesas técnicas e debates sobre a necessidade de restringir o uso de agrotóxicos, experiências e projetos de agricultura familiar, da agricultura orgâhgnica, como políticas públicas em estados e municípios.

Paulo é autor da Lei 6484/2015, que restringe manuseio e uso de agrotóxicos nas proximidades de Cmeis, UBS, USF, escolas do campo e aglomerações residenciais na área rural do município, disse que uma das ações que mais chamou a atenção no congresso foi o projeto denominado “Comida de Verdade nas escolas do Campo e da Cidade”. O projeto visa levar alimentos livres de agrotóxicos oriundos da agricultura familiar para a merenda escolar dos municípios. A Iniciativa que já existe em vários municípios e que trabalha estes três elementos complementares: educação, agricultura e economia.

O projeto, conforme explica Paulo Porto, consiste em alguns pontos básicos: Garantir, através da lei municipal, a obrigatoriedade do município garantir 100% da verba federal do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) para a compra de produtos orgânicos oriundos da agricultura. O que seria hoje algo em torno de R$ 3,5 milhões, em Cascavel; E também garantir cerca de 60% da verba livre da merenda escolar para produtos da agricultura familiar, hoje em torno de R$ 7 milhões.

“Nosso mandato segue em defesa dos produtos orgânicos, da agricultura familiar e de uma merenda saudável na mesa das crianças, livre de veneno e agrotóxicos. Por que cada vez mais, é necessária comida de verdade nas escolas do campo e da cidade”, diz Porto.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *