Paranhos reúne comissão para tratar da obra do Trevo Cataratas

Foto: Divulgação PMC

Comissão formada por representantes da Prefeitura de Cascavel, Ecocataratas, Polícia Rodoviária Federal, IAP e Transitar/Cettrans, voltará a se reunir em janeiro de 2020

O prefeito Leonaldo Paranhos, o presidente do IPC (Instituto de Planejamento de Cascavel) Edson Vasconcelos, o engenheiro da Sesop, Marcos Almeida, o secretário municipal de Serviços e Obras Públicas, Adelino Ribeiro, e o liquidante da Cettrans, Vander Piaia, estiveram reunidos na tarde de hoje (13) com o gerente de engenharia da Ecocataratas, Jean Zoletti, e com o diretor superintendente da concessionária, Sílvio Caldas, em uma reunião de trabalho para discutir as obras no Trevo Cataratas.

O prefeito destacou o pedido feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior de formar e reunir uma comissão de trabalho para tratar do cronograma da “pré-obra”, para definição do modelo do projeto e o estudo de todos os impactos que a reestruturação do Trevo Cataratas vai causar no trânsito e meio ambiente. “Ficou definido que em 30 dias esta comissão formada por representantes da Prefeitura, Ecocataratas, Polícia Rodoviária Federal, IAP e Cettrans voltará a se reunir. Paralelo ao projeto que está sendo revisado (originalmente fora feito em 2016), o Município criará o comitê de trabalho para acelerar o processo de andamento da obra para que possamos dar condições à concessionária de cumprir o seu prazo, que é de pouco mais de dois anos, e garantir a obra conforme o acordo de leniência feito com a Justiça. Vamos ter reuniões quinzenais ou mensais com este comitê”, explicou o prefeito Paranhos.

O diretor Superintendente da Ecocataratas, Silvio Caldas, falou que a intenção da concessionária nesta primeira conversa sobre as obras no Trevo Cataratas, foi trazer informações sobre as interferências que serão feitas naquela região da cidade. O objetivo da empresa é discutir o projeto junto com o Município, PRF, IAP e as entidades necessárias para que seja feita uma obra com segurança para os trabalhadores e usuários da rodovia”.

Nos planos da concessionária está a revisão do projeto desenvolvido em 2016/2017 para apresentar novos elementos que garantam a execução da obra da melhor forma possível. “Sabemos do grande impacto que a obra vai trazer principalmente ao fluxo de veículos que transitam no local. Precisamos estudar de uma forma adequada e estruturada como vamos fazer a obra com toda a movimentação de veículos”, disse ele.

Sobre os desvios que deverão ser feitos para que as obras do Trevo Cataratas sejam executadas, o superintendente da Ecocataratas disse que estas interferências ainda não foram definidas pela concessionária. Isso deve acontecer após a revisão do projeto que vai demandar algum tempo devido aos novos estudos de fluxo de veículos que deverão ser feitos.

Silvio Caldas disse ainda que não há prazo definido para início e conclusão da obra. De acordo com ele, inicialmente, a previsão era de quatro anos para a conclusão, mas  este tempo deve ser revisto uma vez que a concessionária quer reduzir o prazo ao máximo, atendendo a um pedido  do Governo do Estado. “Esta é uma obra complexa, com grau grande de dificuldade na execução, desafio grande operacional devido ao entroncamento e fluxo de veículos. Precisamos planejar muito bem para fazer uma obra, acima de tudo, com muita segurança”, completou.

Caldas disse ao prefeito Paranhos que, independente, da continuidade ou não da Ecocataratas como concessionária no programa de concessão da rodovia, a obra vai ter continuidade, caso ela não seja concluída dentro do prazo da concessão previsto para ser encerrado em novembro de 2021. “A empresa vai garantir que a obra seja concluída, independente de quem esteja fazendo a gestão da rodovia naquele momento”.  Para o prefeito Paranhos, “esta segurança é fundamental; se terminar o contrato com a empresa e a obra não tiver sido concluída, os recursos estão depositados, ela continuará sendo executada até o último dia”.

Trevo Alsir Pelissaro

O prefeito Leonaldo Paranhos fez um pedido ao governador Ratinho Junior para que o trevo leve o nome do ex-presidente da Cettrans, Alsir Pelissaro. “Evidentemente, este projeto denominando o Trevo Catataratas como Alsir Pelissaro, deverá passar pela Assembleia Legislativa. Durante 40 anos, o Alsir passou naquele trevo para trabalhar no restaurante da família que ainda está em atividade. Então nada mais justo que homenagearmos ele”.

Transtornos

“Toda obra gera algum aborrecimento, por isso, devemos olhar para este transtorno enxergando a tranquilidade na sequência. Esse transtorno momentâneo que deve durar dois anos e meio, é o resumo daquilo que sofremos durante 30 anos e é bom saber que cada dia da obra que passar, será um dia a menos de aborrecimentos porque teremos, lá na frente, muita felicidade e segurança com esta importante obra para Cascavel e para toda a região”, completou o prefeito.

Fonte/Asscom PMC

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *