Brasil e Nova Zelândia duelam pela segunda rodada do Mundial Sub-17

Foto: Alexandre Loureiro/CBF

Com chance de garantir a vaga antecipada na próxima fase, Brasil desafia a Nova Zelândia no Bezerrão às 20h desta terça-feira

Em busca da vaga na próxima fase no Mundial Sub-17, o Brasil entra em campo nesta terça-feira para enfrentar a Nova Zelândia. A bola rola às 20h no Bezerrão, em partida com transmissão ao vivo do Sportv. Você também pode acompanhar o tempo real do jogo pelas redes sociais da CBF.

Depois da goleada sobre o Canadá por 4 a 1, a Seleção Brasileira pode garantir a classificação para as oitavas de final. O Brasil lidera o Grupo A com os mesmos três pontos que Angola, que derrotou os neozelandeses por 2 a 1 na rodada de abertura.

O técnico Guilherme Dalla Déa irá repetir a escalação do jogo de estreia, mas quer que a Seleção corrija alguns erros demonstrados contra o Canadá, principalmente no equilíbrio defensivo.

Estávamos no momento da estreia, com ansiedade e isso pode ter prejudicado o time. Mesmo com os jogadores que não foram para campo, a gente chamou em particular e mostrou os movimentos que precisam ser corrigidos. Nunca é demais você dar esse tipo de informação, para ajustar passo a passo, jogo a jogo e buscar melhorar ainda mais nossas finalizações – disse o treinador.

A Seleção entra em campo nesta terça-feira com o seguinte time: Matheus Donelli; Yan, Henri, Luan Patrick e Patryck; Daniel Cabral, Talles Costa e João Peglow; Talles Magno, Kaio Jorge e Gabriel Veron.

Dalla Déa ressaltou o estilo de jogo imposto pelo Brasil na estreia. Desde antes do início da Copa do Mundo, o técnico queria ver a Seleção jogando para cima, como manda a natureza do nosso futebol.

É um outro jogo. Já estreamos. A Nova Zelândia conhece muito bem a Seleção Brasileira. Observamos os pontos fortes e fracos deles e teremos que ter paciência com a posse de bola, sem deixar de ser eficiente na hora de concluir em gol. Que a gente consiga ajustar já no início, para novamente fazer um jogo envolvente, alegre. Disso eu não vou abrir mão. Temos que ter o sangue do futebol brasileiro – afirmou.

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